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Moçambique na 126ª posição do “Doing Business 2011”

5 de novembro de 2010

Moçambique assume a 126ª posição no Doing Business 2011, numa lista que integra 183 países do mundo inteiro, tendo subido quatro posições comparativamente ao ano anterior, graças a melhoria do ambiente de negócios no país, segundo o ranking publicado hoje em Washington, EUA.

O relatório “Doing Business 2011: Fazendo a Diferença para os Empresários”, é o oitavo de uma série de relatórios anuais publicados pelo Banco Mundial e a Corporação Financeira Internacional (IFC), uma das instituições que compõem o Grupo Banco Mundial.

O documento analisa os regulamentos que se aplicam aos negócios de uma economia durante o seu ciclo de vida, incluindo abertura de empresas, comércio internacional, pagamento de impostos e encerramento de um negócio.

“Estou impressionado com o impulso reformador no continente e apraz-nos particularmente saber que Moçambique figura entre os países que estão a melhorar o seu ambiente de negócios.” Disse Young Chul Kim, Economista Principal do Banco Mundial em Moçambique e Representante Residente Interino.

“A posição de Moçambique melhorou quatro pontos, passando da posição 130ª para a 126ª no ranking global das 183 economias inquiridas. O Relatório denota no entanto a necessidade de esforços adicionais em Moçambique, em particular nas áreas de facilitação do comércio (trade facilitation) e do licenciamento. Estes esforços adicionais são importantes para incentivar o investimento privado que criaria mais postos de trabalho e contribuiria para a redução da pobreza”, acrescentou.

Comparativamente aos países membros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), Moçambique ocupa o 8º lugar, a frente da Tanzânia (128); Malawi (133); Lesotho (138); Zimbabwe (157); Angola (163) e RDC (175).

Refira-se que o “Doing Business” não mede todos os aspectos do ambiente de negócios relevantes para as empresas e os investidores. Por exemplo, não mede a segurança, estabilidade macroeconómica, corrupção, nível de qualificações ou a solidez dos sistemas financeiros.

Contudo, as suas constatações estimularam debates sobre políticas em mais de 80 economias e propiciaram uma crescente investigação quanto ao modo como a regulação empresarial está associada com os resultados econômicos nas várias economias.