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China promete construir 10 mil casas e uma linha férrea

25 de agosto de 2011

A China vai construir 10 mil casas e uma linha férrea em Moçambique, como acordado durante a visitada que o Presidente moçambicano, Armando Guebuza, fez ao gigante asiático.

O chefe de Estado moçambicano efetuou  uma visita de Estado à China  a fim de reforço da cooperação. Na sua visita ele também testemunhou a assinatura de 10 memorandos, que preveem ajuda gratuita ao executivo de Maputo, empréstimo sem juros e formação de pequenas e médias empresas moçambicanas.

No fim de semana, a empresa chinesa Henan Gou Ji e o Fundo de Fomento e Habitação (FFH) de Moçambique rubricaram um acordo visando a construção, ainda neste ano, de 10 mil casas de baixo custo para funcionários públicos, jovens e ex-militares. O presidente do FFH, Rui Costa, disse aos jornalistas que metade das habitações serão construídas na cidade da Matola, no sul do país, e que o custo máximo das casas deverá ser de 100 mil dólares (cerca de 70 mil euros).

Em março, o Governo moçambicano anunciou que pretende construir, até 2014, cerca de 100 mil casas de baixo custo para a parte mais pobre da população, uma medida inserida na Política e Estratégia de Habitação, cuja materialização depende do financiamento. O grupo chinês Kingho também anunciou que vai financiar a construção de uma linha férrea que ligará Moatize, na província de Tete, ao porto de Beira, na província de Sofala, centro de Moçambique.

Segundo o presidente da empresa chinesa Huo Qinghua, a linha férrea terá início no distrito de Moatize, em breve a nova capital mundial de produção de carvão, passará pela cidade de Chimoio, na província de Manica, e terminará na capital provincial de Sofala, Beira.

Devido a outro acordo assinado durante a visita de Armando Guebuza à China, Moçambique deverá integrar a lista de países beneficiários dos fundos do Banco de Desenvolvimento da China (CDB), o que permitirá “obter créditos comerciais da China na base de ganhos mútuos”.

Fonte: Adaptação Lusa